sábado, 6 de agosto de 2011

Informações e Palpites da 15ª Rodada

O Campeonato Brasileiro já chega neste final de semana à 15ª Rodada de um total de 38. Três grandes confrontos, sendo um destes o clássico carioca, marcam a rodada, que poderá ter troca na liderança e no Z4.



O maior jogo da rodada é o clássico carioca entre Botafogo e Vasco no Engenhão. Duelo entre os respectivos sexto e o quarto, mas que já alternaram a frente no Campeonato, visto que os botafoguenses começaram bem o Brasileirão, chegando a uma sequencia de oito jogos invictos, enquanto os cruzmaltinos estavam terminando a participação vitoriosa na Copa do Brasil, dando atenção tardia ao campeonato nacional , mas que com uma sequência de cinco vitórias nos últimos seis jogos já alcançou o primeiro pelotão. Duelo mais decisivo ao Botafogo, que aos poucos se distancia do G4, e que necessita de uma vitória para se reaproximar da tropa de elite.

Os outros dois grandes jogos envolvem equipes gaúchas, com o Grêmio enfrentando o Palmeiras no Canindé neste Sábado, em busca da reabilitação. A equipe bem com um dos piores desempenhos da competição nas últimas rodadas, por onde venceu apenas um jogo nos últimos 10, e joga as fichas na estreia do técnico Celso Roth para dar uma guinada moral, tática e técnica. Enfrentará a equipe comandada pelo velho ídolo gremista Felipão, que faz um campeonato “arroz com feijão” com o limitado Palmeiras, onde o excesso de empates está deixando a equipe mais longe dos lideres e só não totalmente fora do G4, pois o Vasco lhe dá a condição de estar na zona de Libertadores mesmo com o atual quinto lugar.

No domingo, em Porto Alegre, o pressionado Inter recebe o não mais sossegado Cruzeiro. Se o Colorado vem de um empate, uma derrota e uma vitória, o Cruzeiro vem de três derrotas consecutivas e que, somadas a uma quarta, poderá sacramentar a troca de comando técnico. Pelas pretensões iniciais de campeonato, trata-se do duelo dos desesperados, por onde a vitória é fundamental para que uma das equipes continue sonhando com o G4. Um empate seria danoso para as pretensões de ambos, que entrarão em campo cheio de desfalques. São dois bons times mas que foram pegos pela ironia do destino consequente eliminações na Libertadores e trocas de comando técnico.

A 15ª Rodada ainda reserva a ferrenha briga pela liderança entre Flamengo e Corinthians. O rubro-negro recebe o Coritiba no Engenhão. Duelo que promete ser aberto, pela estrutura de esquemas de ambos, e que refletem na liderança da estatística de gols marcados na competição. Uma vitória do Flamengo, somado a um tropeço do Corinthians, lhe daria a liderança isolada do Campeonato. O Timão viaja até o Paraná para enfrentar o embalado Atlético-PR, que venceu os dois últimos jogos em que disputou. Renato Gaúcho deu um novo padrão tático à equipe, que poderá sair do Z4 com uma vitória. Já o Corinthians vem de uma vitória apertada contra o lanterna América-MG, além de duas derrotas nos últimos três jogos, o que lhe faz atuar com cautela, sob pena de perder a liderança nesta rodada, e instaurar uma crise no Parque São Jorge.

A rodada ainda reserva duelos entre times que buscam sair das últimas colocações e da ameaça da zona do rebaixamento. É o caso do Santos, que recebe na Vila Belmiro o Ceará. O peixe vem de três derrotas, enquanto o Ceará entrou em uma fase irregular, que lhe fará mais um ameaçado de Z4 caso esta permaneça. O Avaí recebe o São Paulo precisando de uma vitória para sair da zona indesejada, enquanto o tricolor paulista não pode mais tropeçar, sob pena de ficar muito distante dos lideres.

Prováveis Escalações da Dupla Gre-Nal

Grêmio (4-5-1): Victor; Adilson, Vilson, Rafael Marques e Bruno Collaço; Gilberto Silva, Fábio Rochemback; Leandro, Douglas e Lúcio; André Lima. Técnico: Celso Roth.

Internacional (4-4-2): Muriel, Nei, Índio, Bolívar e Fabrício; Glaydson, Elton, Andrezinho e D’Alessandro; Dellatorre (Jô) e Leandro Damião. Técnico: Osmar Loss.

Palpites


RADAMESORTIZFC no CartolaFC - Rodada15

Um novo Grêmio, agora com o “bombeiro” Roth

Menos de 24h após a queda de Julinho Camargo, Celso Roth já falava como novo treinador do Grêmio, inclusive colocando a mão na massa ao ir a campo na própria quinta-feira em que assumiu.



Pode-se dizer que sua contratação agradou apenas aos dirigentes, neste caso de forma genérica, pois serve tanto para Inter quanto para Grêmio, que hesitam em utilizá-lo como uma solução para todos os seus problemas. É a sétima passagem pela dupla, sendo a quarta pelo Grêmio, por onde ganhou um Campeonato Gaúcho e uma Copa Sul em 1999, durante a sua primeira passagem.

Jornalistas que cobrem o campo, afirmam que Roth faz um bom trabalho de campo e de vestiário, se impondo perante os jogadores, tendo a habilidade fazê-los lhe obedecer, mesmo que seja por um período limitado, o que acaba delimitando as suas passagens pelo clube. Aliado a isso, Roth também não demonstra grande simpatia com torcida e imprensa, o que lhe faz ser mal visto e odiado pelos torcedores dos clubes por onde treina.

No Grêmio, terá a ingrata missão de fazer o time jogar. A equipe que já não vinha bem com Renato Gaúcho, decaiu ainda mais com Julinho Camargo, tendo nos últimos jogos um aproveitamento de rebaixável. No grupo, bons jogadores em má fase, e jogadores de qualidade duvidosa tendo que ser escalados em função de equívocos nas contratações, que fazem do Grêmio ser um time melhor no papel do que realmente é em campo.

O primeiro passo para que se tenha algum resultado é implantar um esquema tático e fixa-lo à equipe. Julinho tentou isso, porém o seu esquema-cópia que utilizara no Internacional com Falcão não deu certo, deixando o Grêmio irregular e sem poderio ofensivo. Para piorar, a defesa constantemente falhava e acobertava os poucos gols que o ataque marcava, deixando a equipe em má condição na tabela.

Roth deverá ressuscitar o 4-2-3-1 utilizado no Internacional, com Douglas, Lúcio e Leandro compondo a ligação ofensiva, com André Lima isolado no ataque. É o meio o seu principal dilema, que deverá trazer segurança à frágil defesa, enquanto o ataque precisa ser municiado.

Leandro deverá fazer o que Taison fazia na Libertadores do ano passado, na única ocasião em que o esquema funcionou plenamente. Douglas receberá uma atenção especial, de modo que retorne o bom futebol, algo que já virou motivo de criticas na torcida e na imprensa.



Neste sábado, diante do Palmeiras, será possível visualizar o quanto o grupo foi capaz de absorver de Celso Roth, mais em questões anímicas a questões táticas, visto que só houve dois trabalhos. O Grêmio precisa reagir para evitar a acentuação de uma crise, que poderia culmina-lo a mais um indesejado rebaixamento.

Os gremistas esperam que Roth consiga apagar o fogo que vem do vestiário da Azenha.

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Populares ensaiam disparada

Na 14ª Rodada do Campeonato Brasileiro, Flamengo e Corinthians foram os grandes vencedores, e começam a ensaiar uma disparada na liderança do Campeonato.



Foram 25 gols nas 10 partidas, rebaixando a média que estava estável em 3 gols por partida para 2,5. Mas pelo menos não houve nenhum 0x0, com o jogo de Sete Lagoas ficando com o menor número de gols. Cinco mandantes venceram, enquanto três visitantes conquistaram os três pontos, além de dois empates.

Depois de duas rodadas, o Corinthians voltou a vencer, batendo em casa o lanterna América-MG, ultrapassando a barreira dos 30 pontos, assim como o Flamengo, que também chegou a barreira ao vencer o Cruzeiro por 1x0 em Sete Lagoas. As equipes com maiores torcidas do Brasil mostram que o 2012 chegou antes, já que a partir do próximo ano ambos receberão um valor diferenciado pelos direitos de TV, que lhe trarão vantagens no faturamento.

A escapada, apesar de existente, inda não é uma grande, visto que São Paulo e Vasco também venceram como mandantes na rodada, ficando há 3 e 4 pontos respectivamente do Corinthians. Com a entrada dos cruzmaltinos entre os quatro primeiros, o famoso G4 vira G5, já que a equipe carioca já está classificada na próxima edição da Libertadores por ter conquistado a Copa do Brasil, entregando a condição de quarta vaga pelo Brasileirão para o Palmeiras.

Os cinco primeiros já disparam de Botafogo e Internacional, que até poucas rodadas integravam a tropa de elite, porém com os maus resultados acabaram encabeçando o pelotão intermediário, em companhia com o ascendente Fluminense, além de Figueirense, Cruzeiro e Ceará.

O Fogão mostra a deficiência da grupo e a má fase de jogadores importantes, como Elkeson, que começou bem, porém caiu de rendimento, além de Maicossuel, que desde que voltou de lesão não conseguiu jogar bem. Já o Internacional está mostrando o quanto equivocada fora a troca de comando técnico, decaindo de rendimento após o fato, com o oitavo lugar ainda simbolizando a herança deixada pelo ex-treinador Paulo Roberto Falcão.

A partir do Atlético-MG tem-se o início de mais um pelotão, que compreende as equipes que começam a se preocupar com a zona do rebaixamento. São time irregulares, que mais perdem pontos do que ganham, o que acaba lhes deixando na eminencia de entrar entre os quatro últimos, ainda mais depois da reação de Avaí e Atlético-PR, que já poderão sair da Zona de Rebaixamento na próxima rodada.

Edição 2011/12 chega à quarta e última fase preliminar

A fase de Grupos da UEFA Champions League só começa em Setembro, com os 32 clubes divididos em oito grupos, mas enquanto isso, o torneio reserva duelos eliminatórios para garantir as vagas restantes, que se juntam aos 22 clubes previamente apuradas em virtude das colocações dos seus respectivos campeonatos.

Como a UEFA tem 52 membros que mandam representantes, e procura manter o campeonato competitivo colocando até quatro equipes dos principais centros, a competição fica inchada com 76 clubes, necessitando de quatro fases eliminatórias, de modo que os clubes de centros mais fracos se enfrentem, e que a fase de grupos seja composta pelos clubes teoricamente mais fortes.



Em nível de informação, na primeira fase, se enfrentaram apenas equipes de São Marino, Malta, Luxemburgo e Andorra, enquanto que na segunda jogaram times da Bielorrússia, Israel, Croácia, Noruega, Irlanda, dentre outros. Na terceira, começam a aparecer equipes mais conhecidas, de centros como Portugal, Grécia, Escócia, Turquia, Rússia, Holanda e Ucrânia, que apuram 15 equipes para se juntarem na fase de Play-Off ao Bayern München (Alemanha), Lyon (França), Udinese (Itália), Arsenal (Inglaterra) e Villareal (Espanha), que finalmente classificará 10 clubes para a fase de grupos, que é onde o torneio começa a ganhar importância na mídia internacional.

Para essa edição, equipes tradicionais no histórico recente de fase de grupos do torneio como o Dynamo Kiev (Ucrânia), Rangers (Escócia), Panathinaikos (Grécia) e Rosemborg (Noruega), já foram eliminadas da competição, que pelos confrontos de Play-Offs também acarretará na eliminação ou de Arsenal ou de Udinese, deixando um destes países apenas com três representantes no torneio.

Na fase grupos, 22 equipes esperam ansiosamente o inicio efetivo da competição, que contará com a volta de equipes tradicionais, mas que há algum tempo não se apuravam, como o Borussia Dortmund da Alemanha e o Napoli da Itália.

Os grandes clubes ainda estão em ritmo de pré-temporada, e com a janela de transferências a pleno vapor, muitas modificações deverão ocorrer nos grupos de jogadores. O Blog acompanhará as transferências, fazendo um post futuramente com as principais modificações dos grandes clubes e como ficou o time-base.

A final da UEFA Champions League está prevista para o dia 19 de Maio de 2012 na Allianz Arena, em Munique, na Alemanha.


quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Inter perde até pênalti na derrota para o Flu

Os 4.637 pagantes que foram ao Engenhão, viram um Internacional dominador durante grande parte da primeira etapa, onde a equipe colorada tomou a iniciativa do jogo, e com três minutos já tinha criado duas situações com Tinga, que mostrou não ter vocação ofensiva para concluir com eficácia.

O domínio colorado deu-se até aos 25 minutos, quando a equipe chegou a deter quase 70% da posse de bola, porém apenas ciscando na intermediária e sem atacar intensivamente. O Fluminense finalmente entraria no jogo na parte final da primeira etapa, e teria a sua grande chance na etapa com Gum, que escorou um cruzamento de Marquinho e exigiu grande defesa de Muriel. O Inter também teria ao fim da primeira etapa a sua melhor chance, novamente com Tinga, que recebeu livre na pequena área e bateu de primeira para grande defesa de Cavalieri.

Veio o segundo tempo, e o Fluminense voltou com tudo. Gum exigiria uma grande defesa de Muriel no primeiro minuto, mas o arbitro havia marcado um inexistente impedimento. A equipe carioca seguia na pressão, e foi abrir o placar aos 10 minutos, quando Souza recebeu um cruzamento de Mariano e livre marcou de cabeça, logo ele, com seus 1,73m de altura.

Loss alteraria o Inter com a entrada de João Paulo no lugar de Elton, um dos três volantes do teórico esquema 4-2-3-1, que pela ineficácia de Tinga pelos seus 33 anos, posiciona-se com três volantes na prática. O Colorado voltaria a controlar o meio-campo, porém chegar ao ataque eram outros quinhentos.

Foi Damião, em uma jogada individual, quem conseguiria criar alguma coisa, cavando um pênalti, que D’Alessandro bateria forte quase que no centro, para Cavalieri defender e frear a reação. Loss também promoveria a entrada de Ricardo Goulart no lugar de Tinga, com o jogador em um de seus primeiros lances exigindo uma grande defesa de Cavalieri, após um tabelamento entre Kléber e D’Alessandro.

O Fluminense ainda teria uma penalidade clara de Tinga em Souza omitida pelo arbitro Nielson Nogueira, que também não havia assinalado outro de Kleber, que puxou Marquinho dentro da área na primeira etapa. Porém no terceiro lance de infração na partida, este ainda mais claro que os outros dois, o arbitro não deixaria passar em branco o empurrão de Mathias em Fernando Bob, onde o jogador levou o segundo cartão amarelo e foi expulso, e ainda proporcionou ao tricolor carioca marcar o seu segundo gol com Rafael Moura.

Fim de jogo e o Inter soma a quinta derrota na competição, descendo ladeira abaixo na tabela e cada vez mais longe dos ponteiros. A equipe, além de não evoluir, está involuindo, jogando cada vez menos e sem mostrar solução e força de reação. Loss não emplacou como treinador, mostrando errônea a demissão de Falcão, que só seria justificada caso um treinador experiente fosse contratado, o que não aconteceu. Paralelo a isso, há a escalação de jogadores questionados, onde muitos detêm as costas quentes com a direção, que os banca no time, e algo que não ocorria na época Falcão/Siegmann.

O errôneo planejamento e a má fase de alguns jogadores, desqualificação do grupo e problemas crônicos do time titular, aliado a falta de um técnico fazem do Inter esquecer o G4, e começar a temer o Z4, que baterá nas portas do Beira-Rio, caso a equipe continue mantendo a queda livre.

Crise acentua e Julinho Camargo foi a bola da vez

A cada rodada que se passa no Campeonato Brasileiro, o Grêmio parece imergir em uma crise que parece não ter fim. Depois de já trocar de treinador e parte da direção e do grupo de jogadores em meio ao certame, a bola da vez foi do então treinador Julinho Camargo, que perdeu o emprego.



Julinho foi contratado há um mês e três dias do rival Internacional, por onde desempenhava a função de auxiliar técnico do então comandante Falcão. Foi contratado como uma solução emergencial para tentar conter a rejeição do torcedor ao então presidente Paulo Odone, em função da demissão do ídolo e ex-treinador Renato Gaúcho, além de já ter trabalhado com a maioria do grupo atual, quando era treinador de base do clube em anos passados.

Julinho Camargo buscou ascender profissionalmente, ganhando um maior salário e tentar emplacar no restrito e milionário mercado de treinadores top do Brasil. Mostrou inexperiência natural de um profissional com pouca bagagem no currículo da função, buscando utilizar o esquema que ajudou Falcão a implementar no Internacional, porém este mostrando-se insuficiente para a realidade gremista, com a equipe não conseguindo evoluir taticamente e decaindo tecnicamente e numericamente tabela abaixo.

Ao demiti-lo, Odone acumula mais um fracasso em sua gestão, que já soma eliminações nas competições, perdas de jogadores importantes sem reposição, falta de reforços a outras posições carentes e demissão de Renato Gaúcho e parte da direção, em um jogo politico. O nome da vez é Celso Roth, maior quotado para substituir Julinho Camargo e se tornar o terceiro treinador do clube em pouco mais de 1/3 de competição. Junto virá Paulo Paixão como preparador físico, em mais uma passagem do profissional no clube, cuja ultima fora no inicio da última temporada.

O novo treinador terá a dura missão de driblar a má campanha do clube na competição, que já não vence há 4 jogos. A equipe soma apenas uma vitória nas últimas 10 rodadas e involuiu após a troca de comando técnico. A campanha é péssima, apenas superior a da ultima temporada no histórico do clube nos pontos corridos. Para piorar, a janela de transferências internacionais para aquisição de jogadores já encerrou, o que inviabiliza o clube em buscar jogadores de renome e de qualidade.



Como havia escrito no post da queda de Antônio Vicente Martins, o Grêmio possui uma equipe irregular em um grupo carente, mas que não o torna desqualificado ao ponto de ser seriamente ameaçado de rebaixamento. A equipe tem bola para ficar em posições intermediárias, ao meio da tabela.

Porém o vestiário anda atormentado pelas disputas de vaidades constantes entre os grupos políticos do clube, que acaba atrapalhando o desenvolvimento e prejudicando o Grêmio num todo. Paulo Pelaipe chegou para tentar colocar a ordem na casa, porém uma união dos mais heterogêneos grupos é necessária para evitar um caminho sem volta do clube, que poderia cair pela terceira vez à Série B.

Com ou sem Roth, que os deuses abençoe o novo treinador gremista, pois pela situação que se encontra, vai precisar.