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terça-feira, 22 de abril de 2014

Moyes não aguentou nem a primeira temporada no United

Nesta terça-feira, o Manchester United oficializou a saída de David Moyes do comando técnico dos Reds. A derrota para Everton por 2x0, ex-clube do treinador, foi a gota d’agua em uma temporada marcada por fracassos, sem que o time conseguisse renovar o plantel e disputar títulos, apesar de ter conquistado a Supercopa da Inglaterra no início da temporada. O lendário jogador Ryan Giggs assumirá interinamente o comando técnico, já que acumulava a função de assistente técnico nesta temporada.

A diretoria do Manchester levou 51 jogos para constatar que errou ao contratar Moyes, que vinha de 12 temporadas no Everton e foi considerado o treinador ideal para assumir Ferguson, apesar de não ter um grande currículo como treinador.  No Everton, Moyes não conquistou nenhum troféu, e tinha apenas a conquista da Fotball League One no comando do Preston North End na temporada 1999/00, que é considerada a terceira divisão. Porém pesava a favor do treinador bons trabalhos, que lhe rendeu três prêmios de melhor manager do ano (2003, 2005 e 2009). 

Moyes tinha a ingrata tarefa de substituir Ferguson, que levou o United a um novo patamar, com várias conquistas seguidas que deixaram o torcedor acostumado em dominar o futebol inglês, além de várias conquistas continentais a ponto de ser considerado o maior treinador da história do clube, com mais de 1500 comandados. Antes de Ferguson, o United tinha apenas oito conquistas inglesas, e o treinador assumiu o clube em 1986 na segunda divisão, levando seis temporadas para levar o time ao primeiro título do Campeonato Inglês sob o seu comando, já na era Premier League (1992/93). Desde então, foram 13 conquistas que tornaram o clube o maior vencedor inglês, superando o Liverpool, que na época detinha uma vantagem invejável.

Sua trajetória já iniciou errada ao não promover a renovação do plantel que o clube tanto precisava, já que na época de Ferguson o elenco já dava sinais de fadiga, apesar de ter conquistado a edição passada da Premier League. Com problemas crônicos no sistema defensivo, o treinador não se preocupou em trazer defensores. Ferdinand e Vidic formaram uma grande zaga, porém as constantes lesões e o envelhecimento dos jogadores deixou o setor cada vez mais frágil, sendo responsável por vários tropeços, já que as opções também não se mostraram confiáveis. 

Além disso, outros setores também precisavam de reforços, como a lateral direita onde o brasileiro Rafael não convenceu, o meio, já que o time teve problemas com a saída de bola e de cobertura qualificada, além de um winger com mais regularidade e um atacante, já que Van Persie se lesionou ao longo da temporada e Welbeck não se mostrou um substituto a altura, além de Chicharito não passar de uma eterna promessa. O único alento foi a contratação de Mata, renegado no Chelsea de Mourinho e que se mostrou um grande reforço. Enfim, o grupo precisava de uma oxigenação, que Moyes não conseguiu.

Em campo, apesar da conquista da Recopa da Inglaterra, o treinador acumulou 27 vitórias, 9 empates e 15 derrotas. Na Premier League, foram 17 vitórias, 6 empates e 11 derrotas (34 jogos), das quais seis foram em casa, algo que nunca aconteceu na era Premier League. Algumas das derrotas foram para os modestos Swansea, West Bromwich, Sunderland e Stoke City, adversários de longa hegemonia do United. O time desta temporada ostentará a pior campanha da história recente do torneio, já que desde 1992/93 o clube alternava o título, segundo ou terceiro lugar. Na melhor das hipóteses, poderá chegar ao quinto lugar, porém, ao que tudo indica, ficará em sétimo.

Imaginei que Moyes iria pelo menos até o fim da temporada, e achei prematura a sua saída, que deve ter servido mais como satisfação para com o torcedor do que uma convicção, já que era ingrata a tarefa de substituir Alex Ferguson. A sua nacionalidade e faixa etária trouxeram uma falsa impressão que Moyes poderia ser o “novo” Ferguson. Porém a escolha mostra ter sido uma falta de convicção, senão a direção manteria o treinador por mais tempo

Para o seu lugar, são especulados nomes como Jürgen Klopp (Borussia), Simeone (Atlético de Madrid) e Guardiola (Bayern Munique). A alternativa mais viável é Simeone, apesar deste ter se valorizado e que tornaria uma briga difícil, pois o treinador é especulado até para ser o substituto de Tata Martino no Barcelona.

Imagino que o próximo treinador tenha maior tranquilidade para trabalhar, pois já não terá a presença tão forte do fantasma de Ferguson, além de já estar escancarada a necessidade de reformular o plantel. Se tiver êxito, com todo o poderio econômico do United, o time voltará a brigar pelos títulos. 

domingo, 8 de abril de 2012

Domingo que decidiu virtualmente a Premier League


Neste domingo, os times de Manchester estiveram envolvidos na 32ª Rodada da Premier League. 

Em Manchester, o United venceu o Queens Park Rangers por 2x0 na base da polêmica, algo que não é raro em relação ao clube, já que muitos o acusam de ser constantemente beneficiado com erros de arbitragem. Contra o QPR, a ocorrência ocorreu logo aos 14 minutos, quando Ashley Young recebeu um lançamento de Rooney em posição de impedimento, e ainda se atirou na disputa com o Derry. O árbitro L. Manson, além de não ter sido auxiliado pelo existente impedimento, marcou o pênalti e expulsou o meio-campista adversário, além de assinalar o gol de Rooney. 

Diante da inferioridade técnica e numérica, restou ao QPR se retrancar, permitindo ao United alugar meio-campo, e ter o domínio total da partida. O ex-aposentado Scholes marcaria o segundo aos 22 da segunda etapa, em uma partida que poderia  ter se encerrado com uma grande goleada dos “Red Devils” já que o time de Fergusson teve inúmeras chances para ampliar, chegando a acertar a trave duas vezes. 

A diferença que era de 5 pontos ao início da rodada, estendeu-se para 8,  visto que o rival City foi até o Emirates Stadium enfrentar o Arsenal, e mesmo com toda a insistência e gols perdidos por parte dos anfitriões, perdeu a partida com um gol de Arteta aos 41 do segundo tempo, quando o meia se aproveitou de uma saída de bola pateticamente errada de Pizarro, tendo toda a liberdade para avançar pela intermediária e chutar no canto direito de Hart. 

Na partida, os gunners tiveram as melhores chances, chegando a acertar quatro vezes a trave, sendo duas no mesmo lance, quando o jogo ainda estava 0x0 e Walcott acertou a trave direita do goleiro Citzen, com Varmaelen e depois Benayoun se atrapalhando ao pegar o rebote e perderem dois incríveis gols que fariam inveja até o centroavante flamenguista Deivid. O City, além de perder a chance de reagir com a expulsão infantil de Balotelli, também ouviu um “Nasri whats the score?" por parte do torcedor gunner, inconformado com a ida do jogador francês para o time de Manchester por 25 milhões de euros. 

No lado Citzen, o sentimento é que a casa era de palha e caiu na primeira grande ventania. O time que chegou a ter cinco pontos de vantagem para o rival United ao longo de várias rodadas do primeiro turno, sucumbiu-se na segunda metade do campeonato, perdendo a liderança a permitindo que o adversário abrisse uma vantagem que é virtualmente irreversível, já que o City teria que descontar 8 pontos em 18 possíveis, haja em vista que a tabela ainda reserva um confronto direto entre ambos os times.

Na minha visão, o campeonato decidiu-se nesta rodada, aguardando apenas a formalização, que poderá ser justamente no clássico entre os dois clubes, que poderia terminar o que seria um sonho de titulo Citzen em um dramático pesadelo, obrigando o bilionário xeque a gastar com novos jogadores e um novo treinador, além de pagar rescisões. 

segunda-feira, 2 de abril de 2012

United vence e amplia vantagem na ponta



E o Manchester United confirmou, mais uma vez, a sua sina de vitórias apertadas, que acaba lhe rotulando como o “time do além”. Desta vez a vitima foi o Blackburn no Ewood Park, em uma vitória por 2x0 construída nos 10 minutos finais, quando o time não fazia uma boa partida e chegava a ser pressionado pelos anfitriões.

O time comandado por Alex Fergusson não fez uma boa partida, principalmente em função das opções de onze iniciais do treinador, que montou o meio-campo com Carrick, Scholes e Phil Jones, que se alternavam na movimentação do meio-campo juntamente com Valência pela direita e Rooney pela esquerda, este jogando mais recuado e tendendo a fechar pelo meio. Na prática, o limitado defensor Jones virou um ponta direita, enquanto Rooney ficou demasiadamente deslocado na esquerda, o que comprometeu a evolução ofensiva do time.

Com o meio povoado, o Manchester United conseguiu dominar tecnicamente o jogo a partir de seu setor principal, dominando a posse de bola e mostrando um maior volume ofensivo. Porém parou por aí, visto que foram poucas as chances reais, principalmente na primeira etapa. As principais jogadas eram com Valência pela direita, que conseguiu deixar Chicharito na cara do gol para quase marcar ao desviar na trave e a bola batendo nas costas do goleiro Robinson e com o goleiro conseguindo se recuperar quando a bola estava em cima da linha. 

Mas foi o Blackburn que teve as principais chances da primeira etapa em suas rápidas saídas em contra-ataques, exigindo duas boas defesas de De Gea em finalizações de Hoillet e Olsson. O panorama ficou mantido em boa parte da segunda etapa, visto que Fergusson demorou para alterar o time, e como os anfitriões se deram conta que uma vitória era possível, passou a ameaçar o Manchester com mais força.

Fergusson modificou o time com as entradas de Welbeck e Giggs nos lugares de Chicharito e Jones, e mais tarde colocou Ashley Young no lugar de Scholes, aumentando o potencial ofensivo dos “red devils”. E a entrada de Young deu certo, pois no minuto seguinte ao da sua entrada (36), Valência levaria vantagem pela direita com a má marcação de Olsson e chutaria cruzado para abrir o placar. Quatro minutos depois, o meia equatoriano acharia Young na meia lua, que, de costas, girou com categoria e chutou no canto direito do goleiro, confirmando a vitória que deixou o time com cinco pontos de vantagem sobre o rival City.

segunda-feira, 19 de março de 2012

United vence e continua na ponta


Em um jogo que foi realizado no último domingo, mas que vi apenas nesta segunda, o Manchester United bateu os “lobos” do Wolverhampton por 5x0 no Molineux Stadium, garantindo a liderança por mais uma rodada, já que abre quatro pontos do rival Manchester City.

O time de Manchester utilizou a sua tática de jogos fora de casa, optando por uma formação mais conservadora, esperando o adversário para roubar a bola e sair nos contra-ataques. O time da casa até esboçou uma iniciativa, criando a primeira chance do jogo com Fletcher, porém o Manchester logo após abriria o placar, em uma jogada ensaiada de escanteio, onde Rooney cobrou para Carrick escorar no segundo pau em direção a Evans, que de sem pulo abriu o placar.

O gol trouxe tranquilidade ao time de Alex Fergusson, que passou a dominar a partida, e ainda contou com duas defecções do adversário. Primeiro foi a expulsão de Zubar logo aos 39, e depois a lesão de Davis, que acabaram desestruturando ainda mais o fraco time dos lobos, e permitiram que o Manchester ampliasse o marcador ainda na primeira etapa, primeiro com Valência avançando em diagonal e em velocidade pela direita e chutando cruzado, e depois um cruzamento do equatoriano para Welbeck marcar o terceiro.

No segundo tempo, o Manchester tratou de administrar o jogo contra um adversário batido, porém quando botou velocidade, chegou com perigo, marcando ainda dois gols que selaram a goleada, ambos por Chicharito, onde no primeiro o mexicano escorou de cabeça um cruzamento para a área, enquanto no segundo recebeu um cruzamento de Valência para marcar com categoria o quinto gol, fechando o placar.  

Agora o time de Alex Fergusson pegará o Fulham pela 30ª Rodada.

segunda-feira, 5 de março de 2012

Escalada da dupla de Manchester e queda de AVB


A maior notícia da 27ª rodada da Premier League não pode ser chamada de novidade, pois a queda do agora ex-técnico do Chelsea André Villas-Boas era apenas uma questão de tempo. 

Tinha a convicção que sua saída seria diante de uma eminente eliminação para o Napoli pela Champions League no jogo da volta das oitavas-de-final, porém o treinador não resistiu a uma derrota por 1x0 contra o West Bromich fora de casa, que combinada com a vitória do Arsenal, deixou o time há 3 pontos da zona da Champions League. 

A relação AVB x Chelsea não deu certo. O treinador foi contratado a “peso de ouro” por Abramovich no inicio da temporada para tentar resgatar o ambiente de Mourinho, já que Villas-Boas foi auxiliar do atual treinador do Real Madrid, além de ter feito uma campanha impressionante com o Porto na temporada passada. Assim como treinadores passados, Villas-Boas não soube domar os líderes grupo, que já fora responsável pela queda de outros treinadores, além de propor um esquema tático que não foi assimilado pelos jogadores, deixando a defesa desprotegida e o ataque previsível.

Para o seu lugar ficará o auxiliar Roberto Di Matteo até o fim da temporada, e o time ainda tem que reverter a desvantagem na Champions League, na Premier League e tentar a Copa da Liga. Villas Boas foi o oitavo treinador do Chelsea desde 2003, consolidando-se como o pior desempenho da era Abramovich, que trata o Chelsea como seu mais novo brinquedo, contratando e demitindo pelo preço que bem entende.

O Chelsea terá uma missão ingrata na Premier League, já que terá 11 rodadas para correr atrás do Arsenal, que tem um iluminado Van Persie. No jogo Liverpool 1 x 2 Arsenal acompanhado pelo Blog, o atacante precisou apenas de duas chances na partida para marcar dois gols, em um excepcional aproveitamento de 100%, que lhe deixa disparado na artilharia da liga com 25 gols, contra 18 de Rooney, o segundo colorado. Apenas um destes gols foi marcado de pênalti pelo holandês, responsável por 45% dos gols do time no campeonato, que o consolida como melhor finalizador da Europa na atualidade.

A briga pela liderança segue emocionante entre a dupla de Manchester, que não tiveram dificuldades para bater seus adversários. A liderança continua com o City, que ganhou por 2x0 do Bolton, em um jogo onde Mancini preservou alguns titulares como Agüero e David Silva, que ficaram no banco mas nem precisaram entrar, pois o time ainda tinha Nasri, Yaya Touré e Balotelli, autor de um dos gols.  O outro foi marcado contra por Steinsson. Já o United bateu o Tottenham em White Hart Lane por 3x1, em um jogo marcado pela eficácia, já que o time não precisou de muitas oportunidades para definir o placar. Fergusson utilizou a postura retraída dos grandes jogos fora de casa, buscando truncar o jogo. O Tottenham teve chances, perdeu gols, e quando o United pensou em atacar, acabou conseguindo marcar o primeiro, e depois o segundo e terceiro já na segunda etapa. 

O Tottenham vem de duas derrotas consecutivas, onde uma foi traumática contra o Arsenal no clássico local por 5x2, depois do time estar vencendo por 2x0. Com a vitória parcial no clássico londrino, o Tottenham abriria 13 pontos contra ao adversário, porém perdeu o jogo, e viu o Arsenal com nova vitória encostar para 4 pontos a diferença para o terceiro lugar, que tem a importância de colocar um time direto na fase de grupos da Liga dos Campeões. 

O campeonato seguirá no próximo fim de semana com a 28ª rodada, onde o City pegará o Swansea fora de casa, enquanto o United pegará o West Bromich.

domingo, 4 de março de 2012

United bate Tottenham na eficácia


No jogo que completou a 27ª Rodada da Premier League, o Manchester United foi até o White Hart Lane pegar um desfalcado Tottenham, e saiu com a vitória na base da eficácia ofensiva.

O jogo era marcado pela necessidade de vitória por ambos os times, já que o United viu o seu rival City aumentar para cinco pontos a diferença da liderança, enquanto que o Tottenham teve uma diferencia que poderia ser de 13 pontos contra o Arsenal, que ficou reduzida a quatro com as derrotas contra o rival e contra o United.

Enquanto os red devils contaram com a volta de Rooney, Redknapp não contava com o marcador Parker, além dos meias Bale e Van der Vaart nos Spurs, o que lhe obrigou a mudar a formação do meio-campo, optando por dois volantes de origem (Livermore e Sandro), além de manter o esquema com dois atacantes de posicionamento (Saha e Adebayor).

O time de Fergusson entrou com uma postura mais conservadora, com um time compactado e visando a marcação. O time não conseguia grandes jogadas ofensivas, porém conseguia truncar o jogo, dificultando a chegada dos Spurs. Mesmo assim, foi o Tottenham que teve as melhores chances da primeira etapa, com o goleiro do Manchester De Gea efetuando grande defesa em chute de Adebayor, que acabou mais atrapalhando do que ajudando na primeira etapa, visto que cometeu várias faltas de ataque, inclusive jogando de goleiro contra seu próprio time, ao atrapalhar em cima da linha um chute de Saha.

O Manchester, que estava ofensivamente discreto, foi chegar com perigo somente no final da primeira etapa, quando Ashley Cole cobrou escanteio e Rooney se antecipou à zaga dos Spurs  para abrir o placar, mostrando o quão é terrível enfrentar o time vermelho.

Na segunda etapa, o Tottenham ensaiou uma pressão inicial, semelhante a do primeiro tempo, perdendo algumas chances com Lennon e Ekoto, que chegou a acertar de raspão o travessão em cobrança de falta. Porém na segunda chegada de perigo do Manchester no jogo, saiu o segundo gol, em um vacilo defensivo do Tottenham, que deixou Nani livre após uma cobrança de lateral próxima a linha de fundo, que cruzou para Ashley Young marcar de voleio. O mesmo Young faria o terceiro aos 23, após receber na entrada da área e tendo todo o espaço para finalizar no ângulo esquerdo de Friedel. 

O Tottenham ficou batido, e Redknapp se lembrou dos jogadores que tinha no banco só na parte final da segunda etapa, quando promoveu as entradas de Defoe, Rose e Kranjcar. E foi de Defoe o gol de honra dos Spurs, após receber um presente de Giggs, que acabou errando um passe, e permitiu que o atacante avançasse com liberdade pela intermediária e acertasse o canto direito de De Gea.

O resultado serviu para deixar o United na cola do rival City na busca pelo titulo, além de oferecer um principio de crise aos Spurs, que além de deixarem a briga pelo titulo, agora terão que se cuidar com a aproximação do Arsenal na busca pelo terceiro lugar, que dá uma vaga direta para a Liga dos Campeões na fase de grupos. Ao nível das estatísticas, os Spurs completaram 26 jogos (11 anos) sem vitórias diante do Manchester United. 

sábado, 11 de fevereiro de 2012

Evra ri por último em um ebulido clássico


Depois de ficar algumas rodadas sem assistir jogos pela Premier League, volto a postar nesta rodada, 25ª, que começou de cara com o maior clássico inglês, envolvendo Manchester United e Liverpool, e que somados ostentam 37 títulos do concorrido campeonato.

Tamanha rivalidade entre os times de cidades vizinhas já deixaria a atmosfera quente para o confronto, porém este ainda reservara o primeiro confronto entre o lateral esquerdo do Manchester Patrice Evra e o atacante Luis Suárez do Liverpool, após um suposto crime de racismo cometido pelo uruguaio do Red, e que lhe custou uma punição de oito jogos nas competições inglesas.

Logo de início, o uruguaio tratou de deixar o clima do jogo ainda mais hostil, depois de evitar cumprimentar o lateral francês do United, mostrando deselegância. Logo em um dos primeiros lances do jogo, Suárez apareceu novamente ao empurrar o zagueiro Ferdinand contra Evra, para as vaias do torcedor “Red Devil”, que venerava, com maior intensidade, cada toque de bola de seu lateral esquerdo.

No mais, Suárez só iria aparecer novamente na partida aos 35 minutos da segunda etapa, quando a bola lhe apareceu em condições para marcar o que seria o gol de desconto o Liverpool, depois desta esbarrar em Ferdinand. Naquela altura,  o Liverpool já era derrotado por 2x0 e com as modificações desesperadas do treinador Kenny Dalglish não resultarem em nada positivo, a não ser uma esculhambação no meio-campo, que fora ofuscada pelo gol do uruguaio.

Tirando os minutos de reação após o gol e a iniciativa inicial do Liverpool, o Manchester dominou toda a partida, e só não saiu em vantagem no final da primeira etapa em virtude de muitas chances de gols desperdiçadas. Porém o United aproveitou  um clima de instabilidade da equipe rival no inicio da segunda etapa para construir o escore aos 1 e 5 minutos, onde ambos foram marcados por Rooney.

No primeiro, o Shrek aproveitou um escanteio cobrado por Giggs e desviado no primeiro pau por um adversário, para pegar de primeira já na pequena área. No segundo, recebeu em velocidade um passe açucarado de Valência, que havia roubado a bola de Spearing como se fosse um doce de uma criança. 

No fim das contas, Suárez pode ter fritado ainda mais o clima de confusão, porém foi Evra que vibrou após o apito final de Phil Dowd. O Manchester dorme na liderança, porém espera o rival City que amanhã enfrenta o Aston Villa fora de casa, no Villa Park. 

domingo, 22 de janeiro de 2012

Dupla de Manchester vence jogos-chave

Neste domingo, a dupla de Manchester esteve envolvida nos dois principais jogos da 22ª Rodada, onde ambos venceram seus jogos e acabaram distanciando-se na briga pelo titulo, alijando definitivamente o Chelsea da disputa e deixando o Tottenham necessitar de um binóculo para poder visualizá-los.  


No primeiro jogo do dia, o Manchester City recebeu o Tottenham no Ettihad Stadium. Um jogo importante, já que se confrontavam o líder com o terceiro colocado, separados por cinco pontos.

Devido à importância do confronto, ambos os times entraram com uma postura mais conservadora, congestionando as ações no meio-campo. No início, o esquema 4-1-4-1 proposto por Harry Redknapp para o Tottenham deixava o time consistente no meio-campo, criando enormes dificuldades para o City, que foi encontrar espaços somente na parte final do primeiro tempo, quando Agüero achou espaços entre a linha de quatro jogadores do meio e de Parker, conseguindo jogadas de aproximação com David Silva e Nasri.


O Manchester City, mesmo não sendo indiscutivelmente superior na primeira etapa, conseguiu criar as melhores jogadas de perigo, porém foi na segunda etapa que os Citizens conseguiram impor a sua superioridade, abrindo o placar aos 10 minutos, quando David Silva lançou Nasri, que se projetou em diagonal da esquerda para a entrada da área, chutando forte na saída de Friedel. 


O segundo veio logo depois, com Lescott empurrando no segundo pau uma cobrança de escanteio, que fora desviada por Dzeko no primeiro, representando o início de uma definição no placar, já que o Tottenham parecia ter sentido o gol. Porém o City sentiu os desfalques de Kompany e Kolo Touré, que abriram passagem para o jovem Savić, que vacilou na jogada do primeiro gol do Tottenham, ao não conseguir interceptar um lançamento de Kaboul para Defoe, que ficou livre e driblou Hart com tranquilidade para descontar, marcando o terceiro gol da partida em 5 minutos.

O City sentiu a indefinição defensiva e permitiu que o Tottenham empatasse a partida aos 19 do segundo tempo, em um lindo chute de Bale da entrada da área, após receber de Lennon e encobrir Hart com um chute de chapa. Aos 46, por pouco que Defoe não conseguiu uma incrível virada, depois de nova falha de Savić que permitiu uma jogada de Bale, que cruzou rasteiro para o centroavante, que se tivesse a envergadura de Adebayor, impedido de jogar por uma clausula contratual, teria marcado. Mas o castigo veio no lance seguinte, em um pênalti cometido por King em Balotelli, que havia entrado na segunda etapa no lugar de Dzeko, e que viria a fazer o gol da vitória na cobrança do penal. 


A vitória Citzien deixou o Manchester United sob pressão, já que a diferença ficaria em 6 pontos em caso de tropeço diante do Arsenal. Porém o jogo era no Emirates, e a já desfalcada defesa dos “Red Devils” de Ferdinand e Vidic ficaria sem Phil Jones logo aos 15 minutos de jogo, obrigando a entrada do lateral direito brasileiro Rafael, que se juntou a Smalling, Evans e Evra no sistema defensivo.


O Arsenal dominou a posse de bola nos primeiros minutos, criando algumas jogadas de perigo, enquanto o Manchester só foi entrar literalmente na partida depois que os wingers Nani e Valência, do 4-4-2 britânico usado por Fergusson, aparecessem mais para o jogo. O português passou a levar vantagem sobreo improvisado Djourou na esquerda, e foi neste setor que encontrou Giggs para cruzar na cabeça de Valência, que se projetou em diagonal área adentro para escorar e abrir o placar aos 45 minutos.


Wenger corrigiu no intervalo o problema da sua lateral direita, colocando o jovem Yennaris no lugar de Djourou. O time voltou melhor, assim como fora na primeira etapa, chegando a encurralar o Manchester. Por ironia, veio a conseguir o gol de empate em uma espécie de contra-ataque do contra-ataque, já que o Manchester saia rápido, Vermaelen desarmou Welbeck no campo defensivo, e iniciou uma linda e rápida jogada que passou pelos pés de Oxlade-Chamberlain, que deu uma assistência açucarada para Van Persie empatar.

Para continuar o conjunto de ironias da partida, o treinador Wenger tirou Chamberlain logo após o gol, contrariando a torcida e os próprios companheiros, que pareciam não acreditar na desastrada troca do treinador francês. Para complicar ainda mais, o russo Arshavin que entrou em seu lugar não conseguiu manter o ritmo dado por Chamberlain, que até então era o melhor do Arsenal no jogo, e teve participação no gol da vitória do Manchester, ao ser fintado com enorme facilidade por Valência na direita, que concluiu para uma defesa parcial de Szczesny, e cujo rebote encontrou Welbeck, que escorou para a vitória dos “Red Devils”, que gerou uma sonora vaia da torcida gunner para Wenger tão logo o arbitro Mike Dean encerrou a partida.

A rodada deixou o City com 54 pontos, enquanto o United ficou com 51, em uma briga caseira que deverá ser resolvida na antepenúltima rodada, quando os times se enfrentarão. A vida do Tottenham em nível de titulo ficou complicada, e o time deverá focar no terceiro lugar, que dá uma vaga direta para a Champions League. O time de Harry Redknapp mostra a regularidade que Chelsea, Arsenal e Liverpool ainda não conseguiram impor, e vem, até então, merecendo com folga o terceiro lugar. Já a briga pela ultima vaga para a liga dos campeões promete ser acirrada, visto que o Chelsea não dá sinais que irá deslanchar, enquanto Arsenal e Liverpool tropeçam demais. O Newcastle está no bolo, porém não tem a mesma qualidade dos outros três times. 



sábado, 14 de janeiro de 2012

Voltando a postar com a Premier League

Depois de alguns dias sem postar, em virtude do fim de ano e pausa dos principais eventos esportivos, volto a escrever no blog, e o primeiro assunto de 2012 é referente à Premier League.

Neste Sábado, teve início a 21ª Rodada do certame inglês, com a realização de sete jogos no mesmo horário, o que acabará dificultando a análise dos times, visto que tive que optar por um jogo, no caso o do Manchester United que recebeu o Bolton.



Os “diabos vermelhos” enfrentaram o Bolton em Old Trafford, e contaram com a retomada em grande estilo do ex-aposentado Paul Scholes, que abriu a vitória por 3x0 sobre os Trotters. Jogador da confiança de Fergusson, o meia aceitou o desafio de abandonar a aposentadoria iniciada ao fim da última temporada (Maio 2011) para ajudar o único clube que defendeu em sua carreira e que passa por problemas no setor em virtude de constantes lesões e de falta de opções que caibam no orçamento do time para esta janela de Janeiro, visto que a crise econômica assola fortemente a Europa, inclusive respingando no terceiro maior clube em arrecadação do mundo. 

Scholes fez uma partida discreta, marcando presença principalmente na primeira etapa, iniciando algumas jogadas e marcando o gol já aos acréscimos da primeira etapa depois de uma assistência de Rooney, este que havia perdido um pênalti minutos antes e que fora bem defendido pelo goleiro Bogdán. O jovem goleiro húngaro foi responsável pelo placar de 3x0, visto que poderia ter sido maior, tamanho domínio do Manchester no jogo. 

Na segunda etapa, com as alterações de Fergusson que colocou Giggs e Park nos lugares de Scholes e Nani, o Manchester construiu o escore um gol de Welbeck, que recebeu a segunda assistência de Rooney na partida e na hora da conclusão acabou se lesionando e o impedindo de comemorar o seu gol.  Carrick completou a vitória em um chute colocado de fora da área, após receber um bom passe de Giggs. 

A vitória deixou o Manchester United igualado em pontos com o rival City, porém perdendo no saldo de gols e com um jogo a menos que os Citizens, que entrarão em campo pela 21ª Rodada apenas na segunda, quando enfrentam o Wigan. A dupla de Manchester segue favorita ao titulo, porém ganhou a companhia do Tottenham, que apesar de ter tropeçado em casa contra o Wolves, continua dois pontos atrás.

Já a briga pelo quarto lugar segue acirrada, com o Chelsea ganhando uma confortável vantagem depois da vitória de 1x0 diante do Sunderland, mas com a ressalva que o Arsenal joga neste domingo e poderá ficar 1 ponto atrás dos Blues em caso de vitória diante do Swansea. O Liverpool tropeçou em casa contra o Stoke City e ficou para trás na tabela. 

Apesar de não ter postado, acompanhei por cima a semana do Boxing Day, marcada pelos tropeços dos times que ocupam os primeiros lugares. Nenhum time passou intacto, e acabou perdendo pontos importantes para deixa-lo em vantagem para o restante do campeonato, o que acaba comprovando o equilíbrio do campeonato, apesar de elencos ricos como os de Manchester City e Chelsea.  Este equilíbrio ainda deverá trazer reviravoltas ao campeonato que tinha tudo para ser do Manchester City, porém os Citizens não conseguem abrir vantagem, permitindo que o United e Tottenham se aproximem, apesar das suas limitações de elenco. 

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Guten Abend, Sir



A Basiléia foi o ultimo Capítulo do Manchester United nesta edição da UEFA Champions League. A derrota por 2x1 para o Basel no St. Jakob-Park marcou o fim de linha aos comandados de Sir. Alex Fergusson na competição, protagonizando um enorme vexame ao cair na fase de grupos da competição europeia, permitindo que o adversário direto fizesse história.

Para o confronto, o Manchester tinha muitos desfalques, principalmente no ataque, onde as lesões de Chicharito, Berbatov e até de Owen eram sentidas. Porém o time não precisava necessariamente vencer para avançar, pois tinha vantagem de pontos para o adversário suíço, que o permitia sair da Basiléia classificado com um empate.

O Basel precisava da vitória para se classificar, e devido a isso, tomou a iniciativa da partida. Contou com uma falha defensiva do Manchester para abrir o placar logo aos 8 minutos, quando Shaquiri cruzou rasteiro da esquerda, o goleiro De Gea cortou mal, e no rebote Streller abriu o placar.

Os suíços se retrancaram, permitindo que o Manchester United ficasse com a bola e trabalhasse na intermediária, porém como os “Red Devils” estavam desfalcados no ataque, o time tinha dificuldades para penetrar no sólido sistema defensivo do Basel, pouco assustando ao longo do primeiro tempo. A rigor, foram apenas duas grandes chances, uma com Rooney e Park furando simultaneamente quando recebiam livres na pequena área um cruzamento de Nani, e outra com o próprio português, quando fora lançado por Rooney e cara-a-cara com o goleiro Sommer não soube o que fazer com a bola.

O Basel ficou restrito ao gol, e pouco se arriscava ao ataque, restringindo-se a escapadas com o meia-atacante Shaquiri, que conseguia levar vantagem sobre a defesa do Manchester, que apesar de ter Vidic e Ferdinand como zagueiros, não mostrava-se confiante, ainda mais depois que o zagueiro sérvio aparentou sair com uma lesão grave ainda na primeira etapa, após choque com Abraham do Basel, dando lugar ao inconstante Evans.

Todas as dificuldades ofensivas e defensivas do Manchester fizeram o Basel se aventurar mais ao ataque na segunda etapa, buscando prender a posse de bola no setor, e a buscar espaços para dar o golpe fatal. Shaqiri continuava desiquilibrando a favor do Basel, e em uma de suas jogadas serviu Alexander Frei para marcar o segundo, já aos 38, quando o Manchester era todo ataque.

Aos “Red Devils” sobraram uma bola na trave do zagueiro Steinhöfer, que se assustou após um cruzamento de Nani e pegou mal na bola, quase marcando um golaço. Mas o Manchester ainda viria a fazer o seu gol aos 43, após uma jogada confusa, onde Macheda acertou novamente o travessão, e no rebote Jones de cabeça acabou descontando. O Manchester tentou, mas não conseguiu buscar o empate.

Dia de aprendizado a Alex Fergusson e seus comandados. A sua política de contratações boas e baratas virará ponto de questionamento, visto que a terceira maior arrecadação do futebol mundial mostrou não ter um grupo suficiente para suprir as defecções dos lesionados. Jogadores como Smalling e Evans não tem condições de atuar em um clube com a grandeza do Manchester, enquanto o zagueiro Phill Jones, que ainda é verde para a titularidade, tem que ser improvisado como volante, já que o treinador acabou preterindo Fletcher.

O United, assim como seu rival City, poderão fazer um clássico na Europa League. Eu duvido muito que os times atentem-se à essa competição, mas para um deles, a deficitária competição soará como esmola.

domingo, 23 de outubro de 2011

Placa anotada Fergusson?



O duelo de Manchester, por si só, não seria um simples clássico, devido a toda magnitude oferecida pela nova condição de milionário do City, que passou a rivalizar em igualdade de condições com o United, e finalmente alcançando a condição de favorito pelo investimento feito para esta temporada.

Porém faltava um teste derradeiro, que seria o confronto entre ambos, com os “sky blues” necessitando de uma convincente vitória para evoluir de uma condição de promessa, para uma grande realidade. E essa evolução ocorreu neste domingo, muito maior do que o próprio torcedor imaginava, além de ser tão dolorosa para os “Red devils” como deve ter sido em 1926, quando o City havia aplicado os mesmos 6x1 no rival histórico.

Time por time e grupo por grupo, não há como negar a superioridade técnica do City, enquanto o United se apegava mais às questões do peso da camisa, entrosamento e as jornadas quase sempre superiores de seu treinador Alex Fergusson. E o time conseguiu se sair bem nos primeiros minutos, dominando a posse de bola e jogando no campo do City, dando a impressão que venceria mais um clássico, assim como venceu o Arsenal e o Chelsea.

Porém o United cercava, mas não arrematava, muito pelo excelente esquema defensivo montado por Mancini, que viu a sua ligação ofensiva funcionar com os tabelamentos entre David Silva e Milner, mudando o panorama do jogo a favor dos visitantes. Na primeira jogada, Silva achou Milner, que cruzou para trás onde estava o iluminado Balotelli, que pegou de chapa no canto de De Gea para abrir o placar.

O atacante levantou a camiseta para mostrar a frase “Why Always Me?”, ou um “por que sempre eu?”, já que o atacante com fama de bad boy foi contratado a dedo por Mancini, técnico que o revelou no time profissional dos tempos de Internazionale, e que ganhou espaço com a saída de Tevez, marcando gols importantes e colocando Džeko no banco.

O atacante forçaria a expulsão do fraco Evans logo no inicio da segunda etapa, além de fazer o segundo gol logo depois, desta vez de forma mais tranquila, apenas encostando para as redes uma jogada que foi novamente iniciada por Silva, e que achou Milner para dar uma nova assistência.

O United era um arremedo de time, que Fergusson tentou improvisar a defecção de um zagueiro sem alterar o time, colocando Smalling na zaga, Fletcher na lateral e Rooney como companheiro de Anderson na frente da zaga. Mas era o City que dominava o jogo, e em uma linda troca de passes de pé em pé envolvendo o calcanhar de Balotelli, Milner e Richards, que achou Agüero para fazer o terceiro.

Fletcher até apaziguou os ânimos do sofrido torcedor “red devil” ao acertar um lindo chute da entrada da área no ângulo de Hart para descontar, fazendo com que o United fosse pra cima para pressionar e tentar fazer história ao buscar o empate após estar perdendo por 3x0.

Porém quem fez história mesmo foi o City, que engatou contra-ataques mortais nos últimos quatro minutos, com David Silva marcando o seu, coroando a sua grande jornada, enquanto Džeko, que havia entrado aos 24 da segunda etapa no lugar do Balotelli, também marcou dois gols, sendo responsável pelo quarto e sexto gols do time, enquanto o quinto foi de Silva, complementando a histórica jornada dos Sky blues em pleno Old Trafford, com direito a cantorias para Mancini e contra o United, já que não consideram o time como de Manchester, por ser situado em Trafford.

O jogo de hoje apresentou o cartão de visitas do Manchester City não apenas para a Inglaterra como para a Europa. No papel, o time esta abaixo apenas de Barcelona e Real Madrid, porém o time inglês ainda tem o descrédito de não ter peso na camisa, fruto da condição de coadjuvante destes últimos anos, na qual dificilmente figurava em competições europeias. Porém hoje mostrou que é o grande favorito para conquistar a Premier League.