terça-feira, 2 de agosto de 2011

SoundBlog: Top 15 de Julho

SoundBlog com as melhores músicas do mês de Julho, além dos quadros Destaque e SoundBlog Clássico.

15º - Alexandra Stan - Mr. Saxobeat
14º - Chipmunk Feat. Chris Brown - Champion
13º - NX Zero Feat. Chorão - Cedo Ou Tarde
12º - Travie McCoy - Need You
11º - CPM 22 - Hospital do Sofredor
10º - Adele - Rolling In The Deep
9º - Katy Perry - Last Friday Night (T.G.I.F.)
8º - Pitbull Feat. Ne-Yo, Afrojack & Nayer - Give Me Everything
7º - Green Day - Cigarettes and Valentines (Live)
6º - Foo Fighters - Walk
5º - Lady Gaga - The Edge Of Glory
4º - Rihanna - California King Bed
3º - Capital Inicial - Como se Sente
2º - LMFAO Feat. Lauren Bennett & GoonRock - Party Rock Anthem
1º - Linkin Park - Iridescent


Destaque do mês: OneRepublic - Good Life

O destaque do mês fica para o novo single da banda OneRepublic, eternamente conhecida pelo hit Apologize, em parceria com o produtor e cantor Timbaland.



Good Life é o quarto single do álbum Waking Up, segundo da banda, e também é trilha sonora do filme A Mentira, comédia produzida em 2010 com participação de Emma Stone e Dan Byrd. O som é bastante animado, com o trecho (good life = vida boa) sendo repetido à exaustão durante a música.

SoundBlog Clássico: Phenomena - Did It All For Love

O SoundBlog Clássico deste mês é com uma banda inglesa que lançou um dos melhores singles da década de 80, que virou até hit de propaganda de cigarros.


A banda Phenomena ainda está em atividade, porém o seu auge foi com o álbum Phenomena II Dream Runner de 1988, por onde tinha a musica “Did It All For Love”, tema do SoundBlog Clássico. O som é uma declaração de amor, e deve ter alimentado milhares de corações apaixonados entre as décadas de 1980 e 1990.

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Crise assumida com queda em cascata

A derrota do último sábado no Engenhão contra o Flamengo, que fora comandado pelo desafeto Ronaldinho Gaúcho, foi o estopim para que o Grêmio exteriorizasse a grande crise interna que afeta a politica e estrutura do clube, e que acaba respingando no futebol, por onde a equipe desce ladeira abaixo.

Disputa de vaidades politicas em prol do futuro do clube e da Arena, somado com a má temporada do futebol fizeram com que o Grêmio assumisse publicamente a crise, depois da saída do então vice-presidente de futebol Antônio Vicente Martins, que não resistiu à pressão interna e externa pelos graves equívocos cometidos durante a temporada, que transformaram a esperança da torcida gremista em frustração e medo, pois a cada rodada aproxima-se da zona do rebaixamento.

Antônio Vicente Martins é um dos responsáveis pelo fracasso do projeto de futebol do clube em 2011, ao perder jogadores importantes, ao sucumbir ao contratar outros, e ao compor o cenário, que acabou respingando na campanha do clube na temporada, ao ser eliminada precocemente da Libertadores, além de perder o Gauchão em casa frente ao maior rival.

Martins ainda se indispôs com Renato Gaúcho pelos sucessivos pedidos por reforços do então treinador, além de participar ativamente do processo que levou a sua demissão, contrariando inclusive a torcida. Por ultimo, ainda corroborava com o presidente Paulo Odone em um discurso ufanista, que visava esconder a real qualidade do futebol do time, além de participar com o diretor remunerado Alexandre Faria da tentativa de contratação de Welligton Paulista, que sequer poderia jogar neste campeonato, por já ter atuado por duas equipes e cujo clube não procurou analisar a sua situação legal de jogo. Faria também deixa o cargo, um mês após assumir.

Somente esses motivos técnicos já seriam suficientes para a sua saída, porém há também todo o empasse politico, com acusações entre membros da própria direção em temas gravíssimos. A politica do Grêmio está totalmente dividida, com vários grupos colocando interesses pessoais (do grupo) na frente do clube como um todo, formando uma base heterogênea jamais vista na historia recente do clube, e que só faz mal para o presente e o futuro do Grêmio.

Para o cargo executivo, Odone já anunciou Paulo Pelaipe, folclórico dirigente do clube pelas declarações concedidas em sua última passagem, como a que o “Boca Juniors é um Caxias com grife”, mas que também contribuiu para o reerguimento do Grêmio ao trazer o treinador Mano Menezes, e jogadores com importantes passagens como Jonas, Tcheco, Diego Souza, dentre outros.

Pelaipe também terá um papel de agente motivacional, procurando ecoar o discurso de imortalidade eternamente proferido pelo presidente Paulo Odone, com quem participou na épica Batalha dos Aflitos. Já para a vice-presidência de futebol, o nome preferido é o de Raul Régis, homem de confiança do presidente Odone.

A janela de compras de jogadores oriundos exterior já se encerrou, cabendo ao clube somente negociar jogadores da Série B, ou da A que jogaram até seis partidas, o que reduz drasticamente as opções. O próprio Pelaipe criticou o grupo de jogadores e o time titular do Grêmio após a derrota diante do Flamengo, quando ainda não estava oficializado como membro do clube.

O Grêmio não tem um time tão desqualificado que o faça ser seriamente ameaçado de rebaixamento, porém a desunião do clube e as crises internas influenciarão no vestiário para tal. O clube tem um grupo desarmônico, com muitas posições carentes, mas tem time para escapar pelo menos da ameaça do rebaixamento e, quem sabe, beliscar uma Sul-Americana.

Será que Pelaipe mudará de ideia em relação a sua entrevista, ou conseguirá fazer da água gremista um vinho chileno de ótima qualidade?

domingo, 31 de julho de 2011

Muitos gols e emparelhamento na ponta

A 13ª rodada do Brasileirão apresentou 32 gols, mantendo a média acima de 3 (3,2) gols por partida. Apenas um 0x0 protagonizado por Internacional e Atlético-GO, que curiosamente foi o único empate da rodada.



Foram cinco vencedores mandantes contra quatro visitantes, em uma rodada vencedora para os mandantes Palmeiras e Flamengo, que devolveu ao rubro-negro carioca o segundo posto e o deixou a apenas um ponto do Corinthians, devido ao tropeço do líder em Florianópolis, e do então vice-líder São Paulo em pleno Morumbi, contra o algoz Vasco. Diante de tanto perde e ganha, apenas quatro pontos separam os cinco primeiros, formado pelo trio de ferro paulista com Flamengo e Vasco.

A bateria do Corinthians parece estar acabando, com o clube deixando os mais de 90% de aproveitamento para aceitáveis 77%, que ainda lhe dá a liderança, porém não com a mesma tranquilidade de antes. A equipe perdeu os últimos dois jogos, sendo que neste final de semana foi contra o Avaí, que até então tinha apenas uma vitória e de virada, depois de sair da primeira etapa com a vitória parcial.

O tempo de vida de Adilson Batista promete ser curto no São Paulo, pois desde a sua chegada, a equipe empatou, perdeu e ganhou uma vez. Para piorar, foram dois jogos em casa e nenhuma vitória, com a única conquista um 4x3 contra o Coritiba, depois da equipe abrir 4x0. Nesta tarde, o tricolor paulista fez um bom primeiro tempo, porém desandou no segundo, sendo surpreendido pela organizada equipe vascaína, que marcou dois gols em contra-ataques. O Vasco chega perto do G4 e pode sonhar com o titulo, pois tem grupo e futebol para isso.

O Flamengo vem mantendo a regularidade no campeonato, continuando como a única equipe invicta depois de 13 rodadas. A equipe venceu o Grêmio ao natural por 2x0, retomando o segundo lugar, e prometendo acirrar a briga pela liderança. Tem time para isso, já que a considero a melhor equipe do campeonato ao lado do Santos, porém com a vantagem de estar focada apenas nesta competição. O Palmeiras vem conseguindo vitória atrás de vitória, mesmo com o placar mínimo. O futebol não empolga, porém é eficaz, com Felipão tendo todos os méritos por montar um time competitivo com um elenco de poucas peças de renome.

A briga contra a ameaça de rebaixamento também está acirrada, com clubes ensaiando uma reação que poderá tirá-los em algumas rodadas do temido Z4. São os casos de Avaí e Atlético-PR. Ambos venceram paulistas (Corinthians e Santos respectivamente) na rodada, jogando como mandantes e pelo mesmo placar (3x2). A diferença para sair do inferno, que antes parecia irreversível, tornou-se alcançável, caso as equipes continuem mantendo o bom retrospecto das últimas rodadas.

Já outros times passam a arrepiar os cabelos com a proximidade da zona, como os casos de Atlético-GO e Grêmio, que estão em 15º e 16º lugares. O maior temor é que o atual 17º, e primeiro dos rebaixáveis, é o Santos, time que não deverá ficar lá embaixo, além da recuperação de Avaí e Atlético-PR. O temor é tão grande, que neste domingo o Grêmio anunciou a saída do então vice-presidente Antônio Vicente Martins, e ainda contou com a ajudinha do Atlético-PR de Renato Gaúcho para não entrar na zona do rebaixamento nesta rodada.


O Campeonato segue neste meio de semana com a 14ª rodada, que poderá apresentar um novo líder e um novo clube no Z4.

Vasco dobra São Paulo no Morumbi

Jogando em casa e bem prestigiado pelos pouco mais de 22mil pagantes, o São Paulo começou em cima do Vasco, e ficava a ideia que a vitória seria em questão de tempo e por um bom escore.

Eram 16 minutos da primeira etapa, e o São Paulo tinha chegado quatro vezes, onde em duas o goleiro vascaíno Fernando Prass interceptou com grandes defesas. O São Paulo prosseguia com a sua blitz, obrigando ainda mais uma grande defesa do goleiro, além de lamentar um pênalti claro cometido por Anderson Martins em Dagoberto não assinalado pelo árbitro Paulo Bezerra.

Apesar da insistência do São Paulo, o 0x0 prosseguiria até aos sete minutos da segunda etapa, quando Diego Souza acha Éder Luis em um rápido contra-ataque, com o atacante abrindo o placar em um chute forte da entrada da área, por onde Rogério Ceni não conseguiu nem ver a bola batendo na trave antes de entrar totalmente em seu gol.

O que era tranquilidade e blitz por parte do São Paulo virou desorganização e nervosismo. O Vasco se fechou, procurando evitar os espaços por onde Dagoberto e Lucas buscavam para emplacar suas jogadas rápidas. Porém era um festival de erros, com a bola batendo na defesa vascaína e voltando para a intermediaria são-paulina, e nem a opção de Marlos em lugar do discreto Piris mudou o panorama da partida.

Rivaldo, outro apagado, também daria lugar a Fernandinho, porém seria o Vasco que daria um “boa noite Cinderela” já nos acréscimos, quando Felipe, que entrara na segunda etapa no lugar de Juninho Pernambucano, tabelou com Jumar, recebendo de volta para finalizar e sacramentar a vitória vascaína, que de coadjuvante no Brasileirão por já estar na próxima edição da Libertadores pode se tornar protagonista, pois está a apenas 4 pontos da liderança.

Furacão assola “faceirice” santista

Jogando em um castigado gramado da Arena da Baixada oriundo da forte chuva que caíra em Curitiba, o Santos foi literalmente destroçado nos primeiros minutos de jogo.

Aos 9 minutos, já estava 2x0 para o Atlético-PR, fruto de um golaço em jogada individual de Cléber Santana e de uma escorada de cabeça de Manoel após cobrança de escanteio. A formação de meio-campo leve e técnica de Muricy Ramalho estava sob cheque, visto que os cinco gols sofridos em casa contra o Flamengo somado aos então dois do Atlético mostrava a fragilidade do sistema defensivo santista, não vista quando Danilo era o primeiro volante.

Menos mal que Neymar em jogada individual descontaria logo após os gols do Furacão, motivando os santistas, que até então, não tinham visto a cor da bola. Também serviu para intimidar os paranaenses, que passaram a se retrair, evitando assim espaços por onde uma das seis peças de meio-campo/ataque poderia ter uma fonte de inspiração para reverter o escore.

Porém o campo era o vilão para Arouca, Elano, Ganso, Ibson e Neymar, que jogavam bem menos do que eram capazes. Não foi para Borges, que receberia de Pará e com um lindo giro empataria a partida já na segunda etapa. O 2x2 parcial animou o Santos em busca da vitória, chegando a acertar a trave com Neymar, em rebote de um grande chute de Ganso, defendido competentemente pelo goleiro Renan Rocha.

O gramado pesou as pernas dos santistas, que passaram a se contentar com o empate, enquanto o desesperado Atlético-PR foi pra cima, e conseguiu já nos descontos o gol da vitória, após um cruzamento de Wagner Diniz, que fora desviado por Edigar Junio e que encontrou Marcinho livre para marcar o gol da vitória, já aos 46 minutos e impedindo uma reação santista.

Final feliz para o Furacão, que deixa a lanterna para o América-MG, enquanto o Santos acumula duas derrotas e oito gols sofridos com seu esquema “faceiro” proposto por Muricy, além de ficar atolado na zona do rebaixamento, o que nunca é tranquilo, apesar de ter três gols a menos que os demais.

Desligado e Zerado

Depois de uma excursão pela Europa, o Inter voltou a jogar neste domingo pela 13ª Rodada do Campeonato Brasileiro contra o Atlético-GO em uma fria tarde em Porto Alegre. O frio do ambiente contagiou o time dentro de campo, com o Colorado não fazendo uma boa partida, e não saindo do empate contra os goianos.

Com desfalques por lesão e suspensão, Osmar Loss promoveu a entrada de Wilson Mathias e Elton no meio campo, além de Rodrigo Moledo na zaga e do jovem Dellatorre no comando do ataque. Time montado no esquema 4-2-3-1, idealizado por Celso Roth, e que voltou à tona no time após a saída de Falcão, numa tentativa de recuperar as convicções diretivas de escalação e formação.

O primeiro minuto seria o mais intenso do jogo, com o Colorado desperdiçando duas chances de gols, uma em chute de Andrezinho e outra com Índio de cabeça. O jogo passou a ficar centrado no meio-campo, com o Colorado tendo uma maior posse de bola, porém esta direcionada à intermediária, sem agredir os goianos, que se defendiam bem, e que pouco chegavam ao ataque. O Colorado ainda teria uma grande chance com Dellatorre que receberia livre dentro da área, porém a conclusão seria fraca e nas mãos do goleiro Marcio.

Chegou o intervalo, e Loss alterou o esquema e a formação com a entrada de Jô para a saída de Elton. Inter ficou mais ofensivo, porém com um meio mais aberto, por onde o Atlético começava a trocar passes e a se infiltrar na defesa Colorada. Por outro lado, a sobreposição de Jô e Delattorre no comando do ataque, que deixavam as ações ofensivas previsíveis e facilmente desarmadas pelos goianos.

Quando o Inter conseguia arrematar, errava feio nas conclusões, e assim foi até o fim do jogo, quando já nos descontos Rodrigo Moledo receberia de João Paulo a chance do jogo ao entrar livre na altura da linha do pênalti e concluir pra fora. O Colorado ainda teria aos 48 minutos a chance de vencer em uma cobrança de falta perto da entrada da área, porém Kléber demorou tanto para cobrar, que o árbitro Jailson Freitas acabou o jogo para a ira dos jogadores, que tiveram uma grande presteza para reclamar instantaneamente.

E foi só isso o jogo, muitos passes, inversões de jogadas na linha defensiva e pouco futebol ofensivo. Muriel fez apenas uma boa defesa em cobrança de falta e também interceptou uma finalização de Victor Júnior. No mais, apenas assistiu o jogo, assim como o goleiro Marcio. Loss foi muito conservador e foi deixar a equipe Colorada mais ofensiva apenas depois dos 40 minutos.

Em relação ao lance polêmico da arbitragem, houve apenas uma falta de bom senso do arbitro, pois a regra diz que o jogo não pode ser terminado apenas em cobranças de pênalti, e neste caso, o arbitro havia terminado antes que Kléber se preparasse a cobrar, e mesmo assim o lateral esquerdo acabou acertando a trave.

A Estratégia que fez a diferença

Bastou uma chuva intensa, momentos antes do GP para dar um ar de imprevisibilidade ao circuito de Hungaroring, eternamente conhecido pelas dificuldades de ultrapassagens. A corrida, que poderia ser monótona mesmo a proximidade entre Red Bull, McLaren e Ferrari, tornou-se intensa enquanto a pista esteve molhada.

Na largada, Vettel se posicionou a frente, enquanto Massa largou mal e sem a preferencia na curva caiu para sétimo. Schumacher se aproveitou e saiu de nono para quinto, porém ainda na primeira volta perderia a posição para Alonso, que logo ficaria em quarto ao ultrapassar Rosberg, enquanto Massa se recuperaria e logo estaria atrás de Alonso, com quem chegou a ultrapassa-lo após um erro cometido pelo espanhol, que ainda teve a chance de recuperar a posição.

As McLarens apresentaram um ritmo de prova consistente com os pneus intermediários, com Hamilton ganhando a ponta na quinta volta, após uma saída de pista de Vettel, e chegando a abrir uma vantagem confortável, em virtude de girar em média 1s mais rápido que o alemão da RBR enquanto seus pneus ainda estavam inteiros. Massa, que estava em sexto, passaria por cima da linha branca de delimitação do traçado, escorregando e rodando, porém conseguindo retomar a prova, mesmo com parte de sua asa traseira avariada.

A partir da 11ª volta, os pilotos começaram a parar para colocar pneus de pista seca, tendo em Webber o pioneiro, com Massa indo logo depois, assim como Button, Hamilton, Vettel, Alonso e Rosberg. Button acabaria ultrapassando Vettel na pista logo após as paradas, mostrando a superioridade da McLaren, que via Hamilton disparar na ponta, enquanto Webber passaria Alonso. Massa passaria a se recuperar na prova, ultrapassando pilotos como Schumacher, Kobayashi e Rosberg, este com quem teria três disputas ao longo do GP.

Com pista seca, a prova cairia em emoção, com os pilotos efetuando a segunda janela de pistops a partir da volta 25, enquanto na volta 37 Alonso abriria a terceira janela. Button começava a girar mais rápido que Hamilton, devido ao companheiro não conseguir economizar pneus e optar pelo composto mais mole na terceira parada, enquanto Button estava com o mais duro. A chuva volta, desta vez de forma tímida, com Hamilton rodando e voltando em posição perigosa, o que lhe daria uma punição, além de arriscar nos pneus intermediários, assim como Webber.

Porém a chuva era breve e sem intensidade, o que fez o inglês e o australiano terem que voltar aos boxes, confirmando a vitória de Button e dando um lugar ao pódio para Alonso. Vettel fez um fim de corrida discreto, pensando no campeonato e acabou em segundo. Webber ainda ultrapassaria Massa, enquanto Hamilton ultrapassaria os dois, terminando em quarto, contra o quinto lugar do australiano e o sexto do brasileiro. Barrichello ficou apenas com o 13º tempo.

Já são três provas sem vitória de Vettel e da Red Bull, que não detém mais a supremacia, e ficando praticamente todo o fim de semana abaixo da McLaren em Hungaroring. Porém mesmo sem vencer, a diferença de Vettel para o segundo colocado no Campeonato só aumenta, com o alemão chegando aos 234 pontos, contra 149 de seu companheiro Mark Webber e 146 de Hamilton. Nos construtores a vantagem da Red Bull sobre McLaren e Ferrari são de respectivos 383 pontos contra 280 e 215.

O circo entra nas férias de verão, voltando apenas no fim de agosto com o GP da Bélgica.