quarta-feira, 27 de julho de 2011

Grêmio patina e não consegue vencer o Coelho

Pouco mais de 10 mil pessoas assistiram no Estádio Olímpico mais um empate do Grêmio, desta vez contra o Coelho Mineiro, formalmente chamado de América.

O treinador Julinho Camargo barrou Leandro, promovendo Miralles como titular. O argentino teria participação discreta na primeira etapa, vindo a aparecer com mais força apenas na etapa complementar. Na primeira, Miralles, assim como o Grêmio num todo não jogaram bem, errando muitos passes e chegando pouco ao ataque.

As melhores chances do Grêmio eram criadas através de lançamentos ou de infiltrações de homens-surpresa, principalmente Mário Fernandes. Não era uma pressão aguda, tanto que o Coelho, apesar de toda a sua limitação, conseguia avançar ao ataque, vindo a surpreender aos 16 minutos com Willian Rocha se antecipando em uma cobrança de falta de Amaral, abrindo o placar no Estádio Olímpico.

O Grêmio seguia com seu jogo burocrático, e nem as entradas de Marquinhos e Leandro melhoraram a criação e a dinâmica do meio de campo. Tanto que o gol da reação gremista seria em uma cobrança de falta de Rochemback, desviada por Miralles no meio do caminho aos 16.

O gol trouxe um novo ânimo para o Grêmio, que teve 10 minutos de intensa pressão, até a expulsão do argentino autor do gol, que foi imprudente ao cometer um carrinho violento no adversário, apesar de já ter o amarelo. Inferioridade numérica ao tricolor e caminho facilitado ao Coelho, que conseguiu segurar o empate sem correr riscos.

O trabalho diretivo e do treinador já começam a ser contestados no Olímpico. A equipe não mostra evolução, apesar Julinho Camargo ter tido tempo para trabalhar em função da anulação do confronto contra o Santos. Os reforços vieram, e talvez em menor número do que o necessário, porém a falta de um padrão de jogo vem sendo vital ao Grêmio.

RADAMESORTIZFC no CartolaFC - Rodada12

Depois de uma rodada em branco sem poder alterar a equipe por problemas de conexão, o RADAMESORTIZFC está escalado para a 12ª Rodada


Retorno da Alemanha invicto e com o terceiro lugar

O Colorado terminou nesta quarta-feira a sua participação na Audi Cup com mais um empate em 2x2, na decisão do terceiro lugar contra o Milan, porém desta vez ganhando nos pênaltis dos italianos e ficando com a medalha de bronze do torneio.

No inicio do jogo, tudo se encaminharia a um passeio Rossonero. Primeiro pela escalação reserva do Colorado preservando seus principais jogadores e deixando de titulares apenas Bolivar e Damião. Segundo pelo gol italiano logo no inicio, marcado de letra por Ibrahimovic, depois de uma grande jogada envolvendo Seedorf e Robinho.

Porém a meninada Colorada não sentiu o gol, vindo a equilibrar a partida, e até dominar a posse de bola na maior parte da primeira etapa. Boa parte desta evolução do Inter era em decorrência do baixo volume do Milan, que parecia estar sentindo o inicio de temporada.

Mas faltava o gol de empate, para efetivar este equilíbrio, e ele ocorreu aos 22 minutos com Leandro Damião, recebendo na pequena área uma grande assistência de Gilberto, oriunda de uma jogada individual pela direita, e que seria sua última na partida, visto que logo depois sairia para a entrada de Lucas Roggia, em decorrência de uma lesão muscular.

O Time B do Inter fazia o Milan não se sentir Milan, apesar de ter em campo praticamente toda a formação titular, com Thiago Silva, Gattuso, Seedorf, Pato, Robinho e Ibrahimovic. A equipe Rossonera só melhoraria na segunda etapa, apesar de ter trocado no intervalo só o goleiro.

Em poucos minutos, os Rossoneros chegaram quatro vezes, exigindo boas intervenções de Renan. A bola passaria pelo goleiro apenas duas vezes na segunda etapa, onde na primeira Pato acertaria a sua trave direita, enquanto na segunda o ex jogador colorado iria por os italianos na frente novamente.

Quando o jogo parecia estar sob controle por parte dos Rossoneros, que trocavam passes e chegava ao ataque, Osmar Loss resolveu mudar o panorama com alterações, colocando titulares como Andrezinho, Nei, D’Alessandro e Kléber. O Colorado ainda buscaria o empate no oportunismo D’Alessandro aos 34,e por pouco não garantiu o terceiro lugar nos 90 minutos, em duas grandes chegadas com D’Alessandro e Andrezinho.

Porém foi nos pênaltis em que se deu a consolidação da disputa, com o Colorado marcando duas cobranças com D’Alessandro e Nei, além de perder com Glaydson, enquanto o Milan perderia todas as suas quatro cobranças, com Renan pegando as cobranças de Valoti, Cassano e Alexande Pato, enquanto Oddo ainda acertaria a trave.

Dois empates, quatro gols marcados e um terceiro lugar invicto. Este é o saldo positivo do Internacional na Alemanha. Mais tarde publicarei um post sobre esta competição, que vale mais pelo know-how e possibilidade de negócios do que uma competição propriamente dita em virtude de ser um torneio pré-temporada. Porém sempre é bom ver uma equipe brasileira disputando de igual para igual com as equipes top europeias, além de podermos visualizar alguns jogadores da camada jovem que nunca recebem chances.

terça-feira, 26 de julho de 2011

Inter é derrotado nos pênaltis para o Barcelona

Nesta terça-feira, o Inter iniciou a disputa da Audi Cup, privilegio para poucos, onde a maior vitória é ser convidado para participar da competição, estando ao lado dos grandes europeus, com o resultado de campo nem tendo grande relevância.

Uma competição de dois jogos, onde no primeiro estava datado o Barcelona, em uma reedição da final do Mundial de Clubes da FIFA de 2006. A lamentar, somente o adversário catalão não ter a sua formação principal, pois recém está abrindo a temporada 2011/12, com alguns jogadores fora em virtude de suas participações na Copa América, além de outros estarem fora da forma física.

Em campo, era uma mescla de Barcelona B com a equipe C, além de alguns pingados titulares que começaram o jogo ou que entraram na segunda etapa. No primeiro tempo, domínio total dos catalães, que tiveram mais finalizações, mais posse de bola e um gol no escore. O tento foi de Thiago Alcântara, aproveitando uma jogada ensaiada envolvendo Iniesta e Keita, e que pegou a defesa Colorada totalmente desprevenida.

Além do gol, o Barcelona teve uma bola na trave com Affelay onde Muriel esticou os dedos para evitar o gol, além de ter perdido outras chances com Soriano e Thiago, em outras grandes intervenções do goleiro colorado, que parecia o único do Inter em campo, já que seus outros companheiros pareciam assistir ao Barcelona impor o seu jogo de toque de bola incessante, e com rápidas chegadas ao ataque.

Pelo lado do Inter, praticamente nada a destacar tirando as defesas do goleiro Muriel. Apenas um ou outro lance criado através de jogadas individuais, e que originavam faltas ou chutes para fora do gol. Osmar Loss colocou Ricardo Goulart no intervalo, invertendo a composição de meio do Inter de um 4-3-2-1 para um 4-2-3-1. A equipe por si só melhorou, enquanto que o Barcelona decresceu com as várias trocas do Intervalo.

A melhora Colorada já pode ser observada logo no primeiro minuto, quando Damião teve a chance para marcar, primeiro furando na bola, e depois pegando o rebote e chutando ao lado do gol. Moledo também escoraria de cabeça um escanteio, porém seria Nei que viria a empatar a partida aos 10 da segunda etapa, pegando o rebote do goleiro Pinto em jogada com Damião, e meio sem ângulo chutando no canto direito do goleiro.

O Barcelona seguia trocando passes, e parecia não se importar com o empate e muito menos com o jogo, pois seguidamente a câmera de TV focava os jogadores no banco entediados. O mexicano Jonathan dos Santos não parecia tão entediado, vindo a marcar o segundo gol catalão aos 18, depois de receber um passe de Carmona e contar com a linha burra de impedimento colorada para marcar.

Quando o jogo parecia estar definido, com poucas chances de gols, o Inter volta a atacar ao fim da partida, com Damião aproveitando uma saída errada do goleiro reserva catalão Pinto, e tentar encobri-lo, com Abidal salvando de cabeça em cima da linha, porém no prosseguimento da jogada haveria um escanteio a favor do Colorado, e que o próprio Damião escoraria para de cabeça empatar novamente a partida.

Decisão nos pênaltis, por onde o Barcelona foi mais efetivo. Marcou com Villa, Jonathan, Carmona e com Armando, com Jeffrén perdendo uma cobrança bem defendida por Muriel. Já o Inter marcou com Kléber e João Paulo, porém Damião e Zé Mário acabaram isolando suas cobranças, finalizando o 4x2 para os catalães.

O que fica sobre o jogo é a impressionante disciplina tática catalã, que independente de jogar com Time A, B ou C, joga sempre da mesma forma, com o mesmo estilo de jogo e posicionamento. No primeiro tempo quando a equipe era mais forte num todo, dominou o jogo contra o Inter, enquanto que na segunda, com a maioria oriunda do Time C, acabou mostrando a fragilidade de alguns jogadores e cedendo a reação.

Jogadores como Pinto, Fontàs, Soriano e Cuenca estão aquém do nível aceitado para o time Catalão, e não deverão ter vida longa no Clube. Outros como Jeffrén e Thiago Alcântara estão em processo de amadurecimento, podendo conquistar a titularidade nos próximos anos.

Já pelo lado Colorado, é visível a falta de grupo e de opções. Jogadores titulares estão envelhecidos, além de o grupo ser insuficiente, e não estou dizendo isso somente pelo que vi no confronto contra o Barcelona, e sim pelo que vi contra equipes mais qualificadas no Brasileiro. O Inter não enfrentou um Barcelona principal em ritmo de competição, e sim um Barcelona reserva, voltando de pré-temporada e sem a ambição de buscar a vitória. Porém valeu por ter disputado a Audi Cup.

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Os Erros e Acertos de Mano Menezes

Nesta segunda-feira, Mano Menezes convocou a Seleção Brasileira para o amistoso diante da Alemanha, no próximo dia 10 de agosto em Stuttgart.

São seis mudanças em relação ao grupo da Copa América, porém com erros e acertos na convocatória.



Gostei
Renato Augusto: jovem, bom jogador e que merecia ganhar uma nova oportunidade.
Ralf: apesar dos 27 anos, tem mostrado muito mais que o simples vigor da posição de volante, possuindo uma ótima saída de bola e técnica para chegar ao ataque.
Dedé: 23 anos, bom zagueiro e com ótimo potencial. É um dos melhores em atividade no país, valendo apena ser testado por Mano Menezes.
Lucas, Neymar, Ganso: Jovens, com potencial de craques, mas que não podem ser encarados como esqueleto e principais soluções da Seleção. Precisam de sequencia e de menos holofotes.
Sem opinião formada – Vamos ver no que vai dar
Fernandinho: Bom jogador e, assim como Jadson, é um dos destaques do Shakhtar Donetsk. Tem 26 anos, e lhe falta grife, devendo ir para um clube maior ou voltar ao Brasil. Porém parece ser um jogador de clube, devendo contrariar esta expectativa na Seleção.
Luiz Gustavo: 24 anos, e não tem uma passagem por clube brasileiro importante no seu Curriculum. Foi contratado pelo Bayern na temporada passada, onde fora titular. Assim como Fernandinho, também não tenho opinião formada em relação a sua utilidade na Seleção, devendo ganhar chance para enfrentar jogadores pelos quais está acostumado a atuar.
Elias: Homem de confiança de Mano em sua passagem pelo Corinthians, porém que até agora não ganhou chance para mostrar o que pode oferecer, fazendo apenas número até agora no grupo.
Não Gostei
Jonas: Homem da confiança do treinador, que já aos 27 anos, pouco tem a acrescentar na Seleção.
Fred: Em uma fase de renovação, pouco tem a acrescentar, pois no máximo está ao nível dos jovens titulares, não tendo grande utilidade apesar da experiência de uma Copa do Mundo.
Robinho: Aos 27 anos, não passa de uma eterna promessa, devendo seguir o caminho dos antigos companheiros de Seleção Kaká, Adriano e Ronaldinho Gaúcho.
André Santos: É mais um homem da confiança de Mano Menezes. O pênalti displicentemente perdido, além de uma irregular atuação na Copa América fez lhe enquadrar neste grupo, como um sinal de basta, pois mereceria ir para a geladeira.

Para concluir, não consigo entender a não convocação do lateral esquerdo Marcelo do Real Madrid, bem como do meia Hernanes da Lazio e do atacante Nilmar do Villareal. Outros nomes são discutíveis, como Leandro Damião, Adriano (lateral Barcelona), Hulk (Porto), porém esses três primeiros relacionados merecem uma chance com sequencia na Seleção.

Hamilton dá as cartas da McLaren em um movimentado GP da Alemanha

Habemus emoção na Formula 1!

Essa deve ser a expressão repetida pelos críticos da categoria (me incluo na parada), que possuía ultrapassagens, mas que tinha uma monotonia no que se referia a disputas entre os ponteiros.

Porém em Nürburgring os problemas acabaram, tanto que nem foram as RBRs que deram as cartas. Webber largou na pole, porém as circunstancias da corrida o deixaram com um terceiro lugar, atrás de Alonso e Hamilton, este o grande vencedor do GP.

Webber perderia seu primeiro posto logo na largada, quando Hamilton saiu com mais ação e ganhou a preferencia na primeira curva. Vettel perderia seu terceiro lugar para Alonso, e por pouco não perderia o quarto para Massa já na largada, pois o brasileiro ficou encaixotado entre as RBRs e acabou caindo para sexto, atrás de Rosberg.

Logo na segunda volta, haveria troca do terceiro lugar, pois Alonso espalharia e Vettel lhe ultrapassaria, no que seria um principio de domínio da RBR, só principio, pois os pneus da escuderia se desgastariam mais rapidamente, com Hamilton abrindo uma confortável vantagem para Webber, enquanto que Alonso chegaria em Vettel na disputa pelo terceiro lugar, que seria conquistado na oitava volta, com o piloto alemão rodando logo depois e perdendo tempo, mas não a sua quarta posição, já que Rosberg estava 1 segundo por volta mais lento que os demais, e com Massa limitado pelo tempo do alemão.

Antes da primeira janela de paradas, Webber ultrapassaria Hamilton em um vacilo do inglês, enquanto Massa finalmente conseguiria ultrapassar Rosberg, e depois Vettel. Vieram as janelas de pistops, onde na primeira não haveria grandes alterações, enquanto na segunda, por pouco Alonso não enquadrou Webber e Hamilton na sua parada, pois saiu na frente dos dois, porém como estava com os pneus frios, Hamilton o ultrapassou e retomou a ponta.

Viria o período de cuidado com os pneus, já que estes teriam que durar o máximo possível, de modo que os duros fossem utilizados somente nas últimas voltas, devido à necessidade de regulamento, e por ser mais de 1 segundo mais lento que o macio. Os compostos de Hamilton chegaram ao fim na volta 52, e este teve que ir ao pit. Porém como os pneus de seus adversários também estavam desgastados, o inglês acabou virando mais rápido que Alonso, garantindo a vitória quando o espanhol fez a sua parada, três voltas mais tarde.

A corrida ainda reservava uma disputa entre Massa e Vettel pelo quarto lugar, com o alemão ganhando a posição na última volta, durante o trabalho dos pitstops, onde mais uma vez a Ferrari deixou o brasileiro na mão, maculando a sua boa corrida. Foi essa a única alegria (se assim pode ser chamado o sentimento) de Vettel, pois o alemão acostumado com as vitórias fez apenas uma corrida discreta, longe dos primeiros lugares. O outro brasileiro, Rubens Barrichello, teve problemas no carro e acabou abandonando nas primeiras voltas.

A vantagem ainda é grande, porém o domínio da RBR deixou de existir, com Ferraris e McLarens chegando à disputa por vitórias. Estas duas equipes terão que contar com ironias do destino para disputar o mundial de pilotos e construtores, porém quem sabe ainda não dá?

domingo, 24 de julho de 2011

Arriba Uruguay! A vitória do melhor

O Uruguai havia sido o melhor sul-americano na última Copa do Mundo na África. Mostrou, desde então, possuir um grande time, com um diferencial chamado Forlán. Porém mesmo com todas essas credenciais, ainda fora relegado a uma terceira potência do continente, atrás de Brasil e Argentina.

Neste domingo, realizou-se a final da Copa América, sem os esperados protagonistas, já que o Brasil havia caído contra o Paraguai, adversário uruguaio da decisão, enquanto a celeste olímpica havia eliminado a Argentina.

Méritos ao Uruguai, que soube impor em campo a sua superioridade, oriunda de uma soma entre a sua tradicional garra charrua com a técnica apurada. O Paraguai também teve seus méritos, por ter seguido tão fielmente o regulamento e ter no goleiro Villar a competência e a sorte necessária para chegar à final sem precisar vencer um único jogo.

Na decisão desta tarde em Buenos Aires, os deuses do futebol encaminharam um desfecho dos sonhos aos uruguaios, com um 3x0 do tamanho da diferença técnica de ambos os times. Desde os primeiros minutos, massacre uruguaio, com dois pênaltis claros não assinados pelo arbitro brasileiro Sálvio Spínola, que mais uma vez, teve uma atuação lamentável ao não marcar as penalidades, e ao não coibir a violência do jogo.

Pênaltis que não fizeram falta ao Uruguai, que logo aos 11 minutos marcaria seu primeiro gol com Suárez, no oportunismo, após um bate-rebate próximo a grande área, com direito a desvio de zagueiro e da trave antes de entrar. O Paraguai, que até então era só retranca, procurou equilibrar o jogo, mas mesmo assim as melhores chances eram do Uruguai, que perdeu gols em finalizações de Forlán e Suárez.

Forlán era o mais ansioso em fazer um gol, já que ainda estava em branco no torneio. Quisera o destino que o atacante fizera os outros dois, um no primeiro tempo, após saída errada de Ortigoza e que acarretou em uma assistência de Arévalo para o craque uruguaio bater de chapa. Já o segundo, não menos bonito, em um contra-ataque mortal já ao fim do jogo, quando em dois toques Cavani tocou para Suárez que acionou Forlán, e este apenas tendo o trabalho de desviar do bom goleiro Villar para sacramentar a goleada.

Titulo merecido, do melhor do torneio e que teve os dois melhores jogadores: Forlán e Suárez. Um time equilibrado, com dois jogadores que decidem só poderia chegar longe no torneio, enchendo de esperanças a torcida celeste, que agora pensa em uma reedição do Maracanazo em 2014. Mas para isso, terão que passar por uma longa eliminatória, de onde possui absolutas chances de classificação.

Enquanto isso, festa para o 15º título continental, que torna o país isolado o maior vencedor da competição.